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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

11.11.07

Quero acreditar na inteligência Brasileira



Outro dia, um amigo dizia que estava bravo lidando com os complicados assuntos que atravancavam seu ambiente logo cedinho: computador travando, criança chorando, zonzeira da ressaca, contas a pagar, aniversário... e nisto chegou a mulher com uma chícara de café e um sorriso.

Falta-nos identificar e honrar a figura feminina e doce da Liberdade, das liberdades que já conquistamos, em todos seus aspectos, colada aos nossos atos todo santo dia, para superar a miríade de assuntos complicados que visitam a pauta dos jornais e as cabeças ainda pensantes desta nação.

Na seca prolongada os bodes estão de pé, apoiados com as patas dianteiras nos galhos baixos para comer as últimas folhinhas verdes das árvores jovens que resistem no deserto norte/nordestino. E tem gente com sede e tem gente com fome e tem gente morrendo, bode, boi, bicho do mato.

E continua tudo como d’antes no quartel de Abrantes: promessas, anúncios bombásticos, ideologias, roubalheira, exploração de trabalho e prostituição infantil, muita bunda na tv, leite adulterado, bandidos soltos, bolsa em alta, crédito fácil, cartolas prostituindo times, banqueiros desviando grana, desmatamento, apagão, pavonices políticas... listagem quilométrica ao gosto de cada um, com recheio de mentiras e distorções e promessas dos gestores, capatazes e assaltantes oficiais, legais, vitalícios quase. Assuntos que nem militares, nem populistas, direitistas, esquerdistas, acadêmicos, foram capazes de superar.

- Começou a passeata?

- Inda não, tá marcada para 31 de fevereiro

- E a Venezuela?

- O Brizola de lá tá fazendo o papel dele direitinho... você vê semelhanças entre o Brizola radical de 64 e o Chavez?

Não, o Brizola era um nacionalista radical, não marxista naquele momento histórico dos anos 60. A aproximação com o extremismo de esquerda foi posterior, diria mesmo oportunista, no exílio do Uruguai recebendo apoio dos Tupamaros que o levaram a Fidel Castro, discretamente. Recebeu de Cuba uma grana razoável para agitar guerrilhas e diplomaticamente relacionou-se com as cobras criadas do comunismo castrista.

Manobrava para tirar proveito enquanto fortalecia seu projeto pessoal de poder eqüidistante do “imperialismo americano” e do “imperialismo comunista”. Imagino que esperava outra quartelada, ou movimento popular contra os militares, uma “volta por cima” para “fechar o Brasil”, arrumar a casa e então inaugurar uma política externa soberana. Ditador como Getulio? É possível. Mas serviçal de russos ou chineses ou a Cuba como o Chavez, com certeza não.

Saindo expulso do exílio uruguaio, foi para os Estados Unidos e depois para a Europa, onde encontrou guarida junto dos sociais democratas. Por que não foi para a Rússia, China ou Cuba, como fizeram os poderosos do momento?

Naquele momento, Brizola era um político experiente, maduro, diferente da molecada destrambelhada e com pouca formação, presa fácil das idéias extremistas. Maioria desta gente que hoje dá as cartas era estudante ou tinha formação incompleta. Cresceu frustrada, no exílio ou na guerrilha, alimentando o ódio e buscando esconder a própria inconstância e fragilidade com a agressividade que ainda hoje atiram contra os militares.

Pensam miúdo, os miolos atrofiados, não suportam uma estrutura mental superior para ver os contornos essenciais da história, da crueldade dos mitos que veneram, da individualidade e liberdade construtiva que troca fraldas, que lida com os computadores travados, contas a pagar e família amorosa, forte e decisiva para a luta do dia a dia, sobrevivência com fé em si mesmo, dignidade, caráter, ética, personalidade, na direção da humanidade desejada.

Era um controlador, negociador inflexível mas não grosseiro ao ponto de cultuar tão descaradamente a própria imagem. Personalista sim, mas não abriria as pernas para o Fidel como fazem Chavez e outros que necessitam bengalas e ícones para apoiar-se.

Se o Brizola de 64 tivesse chegado ao poder, trataria o índio cocaleiro e o Chavez com autoridade de estadista e não com o amiguismo do colega de clube do Foro São Paulo, ou amigo entre torcedores do Corínthians... E certamente não estaria financiando o MST e via campesina.

O Jango estava de saco cheio das pressões sindicalistas, entregou o ouro para evitar o pior... comunismo. Ele, como Brizola respeitavam e tinham amigos influentes entre os militares, foram educados respeitando valores conservadores. O populismo de ambos vem da escola de Getulio Vargas, um homem que pensou em Brasil, um estadista em sua época.

E sem dúvida, se Brizola tivesse assumido o poder em 89 os rumos deste país seriam diferentes e estas ongs estrangeiras financiadas pelos ingleses não estariam ocupando o território nacional, as forças armadas com certeza estariam fortalecidas e atentas, com autoridade para atuar e impedir esta invasão branca, este domínio territorial silencioso que os atuais mandantes permitem e apadrinham.

E a nação aparvalhada, com a mente anestesiada, ignora.

- Hoje não temos opção. E sabe quem é a candidata do controlador? A Heloísa Helena. Vão jogar pesado em cima dela...

- Aí é que a vaca vai prô brejo...

- Esta mulher é uma enganadora é uma internacionalista fanática que não entende nada de Brasil. Só leu cartilha de esquerda radicalóide.

O que mais me preocupa é não termos uma liderança conservadora, sem ideologias dominando, capaz de apresentar um projeto nacional claro, fácil do povão entender e que seja aplicado de verdade em favor do Brasil, sem que viremos uma Cuba às avessas, fechada para o resto do mundo.

Este é o nosso grande nó...

- E continuamos falando em direita e esquerda no campo político. Isto existe?

Os campos políticos aqui estão bem delimitados: revolucionários no poder trabalhando para fixar o continuísmo totalitário, identificados pela mídia como se fossem neo democratas e do outro lado os “bandidos” direitistas, conservadores tradicionais associados sempre aos “militares bandidos”. No campo aberto os que produzem, os desempregados, os não qualificados, os miseráveis, os dirigentes aproveitando as marés de negócios legais ou escusos... todos abestalhados. Uns videotas repetindo a propaganda do governo, outros “apolíticos” (existe isto? Ou covardia?)

Os conservadores não foram educados para pensar num plano de poder e não têm voz suficiente para difundir as idéias para a construção serena de uma sociedade fundada em liberdades democráticas. Nem nós.

- “Sem idéias e propostas claras, não vão tomar o poder nunca. Não temos pré-condições para um projeto de poder mais consistente e os conservadores só enxergam a tomada do poder igual a 64, com iniciativa das Forças Armadas”.

Não fosse a greve geral decretada pela CGT em 1º de Abril de 1964, que inviabillizou o deslocamento e reunião dos comunistas e agitadores, teria havido um banho de sangue. Mas sem transportes e com nada montado porque acreditavam no “esquema militar do partidão”, nos grupos dos onze, com a fuga de Goulart facilitou-se a tomada do poder pelos militares. O Prestes fugiu tão depressa que abandonou uma dezena de cadernos detalhando ações e integrantes do seu pcb. As novas autoridades agradeceram.

É neste pé que estamos. E agora José? Os revolucionários chegaram. Onde estão os conservadores? Onde estão os que acreditam na possibilidade de ampliação das liberdades democráticas, acreditam numa justiça independente, numa nação soberana?


Por Arlindo Montenegro - Apicultor e criador de bodes - foto acima.
http://alertatotal.blogspot.com/

8.11.07

FORÇAS ARMADAS, NÃO NOS DEIXEM SÓS

TODO CUIDADO É POUCO. OLHOS ABERTOS. GTMELO
 
FORÇAS ARMADAS, NÃO NOS DEIXEM SÓS
06.11, 13h00
por Glauco Fonseca

Sepretenderem no Brasil, como faz Chávez na Venezuela, usar a democraciacomo arma, deveremos relembrá-los, nem que seja com as armas, como éque deve ser usada a democracia.

Seeles podem falar em terceiro mandato para Lula, eu me dou ao direito deevocar algo que considero um exagero, mas evoco mesmo assim: Atençãosenhores militares, sejam os guardiões de nossa constituição e nãopermitam o deboche sob forma de "reforma política" a pretexto – eapenas a pretexto – de perpetuar um governo incompetente, corrupto eabsolutamente sem rumo. Se o PT deseja "venezuelar" o Brasil, quem podeimpedir, deve impedir. E por quê?

O fato de Hugo Cháveztornar-se o Gálvez da Venezuela pouco nos importa. Afinal, cada qualcom seu bagual, certo? Errado. A Venezuela no Mercosul é um acinte atudo que conhecemos como democracia e, mais importante do que ela, comoliberdade essencial. Chávez precisa ser detido? Claro que sim! E comurgência. Quem fará? Eles mesmos, talvez, ou os Estados Unidos, quemsabe. Nós aqui não temos tempo pra isso e temos muito mais o que fazer.

Adiferença é que Chávez concentra o poder da coação, do dinheiro e,sobretudo das armas, garroteando a tudo e a todos em um país outrorapouco importante e hoje menos importante ainda. Ele não só possui oapoio das formas armadas. Ele É o poder armado, o poder financeiro, opoder político e, portanto, o poder supremo, até que o povo daqueletriste país crie vergonha na cara e o destitua. Aqui no Brasil, não.Lula não personifica as forças armadas, não têm os petrodólares livrespara financiar qualquer coisa que lhe dê na venta e não ousa confrontara ordem constitucional, pois a oposição não permitirá. Ou permitirá?

Tá certo, Lula tem umaoposição frouxa e barata (no duplo sentido, pois é incipiente ao mesmotempo em que custa pouco para fazer funcionar a la moda). Mas se Luladecidir alterar a Carta Magna e pleitear a reeleição eterna, nãoconseguirá. Quer dizer, dificilmente conseguiria. Ou melhor, atéconsegue, se realmente quiser. Olha, mesmo sem realmente demonstrarmuita vontade, a oposição brasileira, tão digna e tão valente quanto ocongresso venezuelano, é capaz, sim, de entregar um lote de emendascapaz até de propor que Lulinha e Lurian se tornem monarcas vitalícios.

Lula tem o poder financeiro e políticopara fazer, a exemplo de Chávez, o que ele quiser e imaginar no Brasil.Só falta um pequeno detalhe. Pequenininho. As Forças Armadas.

Falandosério: Se eles tentarem a permanência espúria no poder, senhoresGenerais, Marechais, Brigadeiros, Coronéis e todas as patentes queainda honram a bandeira que lhes abriga, contem comigo para impedi-los.Eu faço que nem o Nelson "Rolando o lero" Jobim: visto meu fardamento e saio por aí, mas não para mostrar a cobra e sim o pau.


7.11.07

Levanta Brasil! CIDADANIA - SOBERANIA - MORALIDADE

Já foi sobejamente demonstrado que a conta da politicagem sempre é cobrada da sociedade, que atualmente esta não pode sequer confiar na oposição e que o desgoverno de lulapetista é um exemplo exuberante do segundo princípio de Fey, apresentado por Nozick em sua magistral obra Anarquia, Estado e Utopia

O amoral balcão de negocios do lulapetismo e seus comparsas é o responsável pelo genocidio diario de centenas de brasileiros devido ao desvio dos recursos orçamentarios da saude e da segurança interna para atender esse escuso negocio.

O falastrão do ABC arruína as raízes da sociedade e sequer cumpre o seu dever constitucional de Comandante Supremo das Forças Armadas pois as mantem sucateadas porque sabe que estas instituições são o ultimo baluarte que o impedirão de acabar de demolir as fundações da nação.

Tanto é assim que o desgoverno do genocida do ABC e seus comparsas derrotados em 64 fazem acusações contra as instituições militares de haverem cometido procedimentos contrários aos direitos humanos nos governos militares, com a única finalidade de comprometê-las junto à opinião pública, porque sabem que estas são o povo em armas.

Os regimes monarquicos terminaram ha mais dois séculos. O desgoverno lula petista copia o rei de França Luiz XVI que tambem achava que os deputados poderiam mante-lo no poder fazendo novas leis dando privilégios à nobreza e ao Alto Clero dilapidando as finanças do país.

O povo frances não concondou.

Sera que o que o nosso concorda?


Gritemos agora: chega de lambanças, de negocios escusos, de quadrilhas, de vagabundos totalitaristas, de PACtóides, de imoralidades, de populismo escrachado, de lupemeleitorado, de bolivarianistas, de peleguismo e de migalhas das bolsas escravocratas, porque senão teremos que lutar amanhã pela liberdade.

Levanta Brasil! CIDADANIA - SOBERANIA - MORALIDADE

Por MiguelGCF

NÃO MEXAM COM OS FELINOS Doc 125/ 2007

Como se não bastasse a gorda aposentadoria concedida pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, ao desertor, traidor, terrorista, assaltante de banco, bandido, assassino, e outras coisas mais - Lamarca, o governo continua na afronta e no revanchismo contra as Forças Armadas.

E para reforçar ainda mais essa instigação, promoveu o lançamento público de um livro em que o seu autor, coerente com a ideologia praticada pelo desgoverno do apedeuta do ABC e seus comparsas derrotados de 1964, faz acusações contra aquelas instituições militares de haverem cometido procedimentos contrários aos direitos humanos, com a única finalidade de comprometê-las junto à opinião pública.

 A lei da anistia aprovada durante os governos militares, não foi suficiente para atender a esses recalcados que insistem em atacar e acusar as Forças Armadas.

Está na hora de parar!

O leão verde mantém-se atento e patrulha o seu território, para o caso de atrevimento dos inimigos – externos e internos;

O tigre branco navega na vegetação que lhe proporciona boa camuflagem, e está pronto para um contra-ataque;

O leopardo azul, nas alturas das copas das árvores, observa e descortina desde ao longe, no horizonte, a incursão de prováveis invasores.

Portanto, não será, nem mesmo, preciso que se use vara curta para provocar esses felinos. Eles estão nos seus respectivos  “hábitat”, no desempenho de suas missões constitucionais. Sempre cumprindo o dever que juraram.

Não mexam com eles! Não mexam com eles!!!

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.  Somos 1.299 CIVIS – 41 da Marinha – 401 do Exército – 39 DA FAB total 1780    30 DE NOV 2007 Batistapinheiro@fortalnet.com.br
In memoriam 28 militares e 2 civis www.fortalweb.com.br/grupoguararapes  

Postado por MiguelGCF > IMPUNIDADE > VERGONHA NACIONAL

5.11.07

VIVEMOS O ABSURDO DO BRASILEIRO TER MEDO DE FALAR A VERDADE PARA NÃO SER PREJUDICADO E VERGONHA DE DIZER QUE É HONESTO PARA NÃO RIREM DELE.

Morrem 18 por dia no Iraque, e 200 por dia no Brasil mas não tomarmos qualquer atitude. Isso chama-se "diversionismo". Estamos caminhando céleres para o lullobolivariarismo

Parabéns, Alexandre Garcia, por sua coragem de dizer a verdade e defender o Povo brasileiro diante de tanta corrupção e atrocidades !

Vamos divulgar esse vídeo em nome da DIGNIDADE DE UM JORNALISTA QUE PRESTOU UM GRANDE SERVIÇO À NAÇÃO, mas foi demitido pela emissora global por dizer verdades que chocam os poderosos ...

É de pessoas de coragem que precisa a NAÇÃO, principalmente num momento tão delicado para nós, BRASILEIROS, que estamos trancados em nossos lares enquanto os criminosos estão livres para ir e vir.
Postado por MiguelGCF > IMPUNIDADE > VERGONHA NACIONAL

Visita do relator da ONU

O relator da Organização das Nações Unidas (ONU) Philip Alston, veio ao Brasil depois que a ONU recebeu muitas denúncias de crimes cometidos por policiais brasileiros. E, por explícita subserviência, nossas "autoridades constituídas" receberão esse senhor com pompas e circunstâncias. Seria melhor que a ONU, bem antes de mandá-lo ao nosso país, mandasse-o para a prisão de Abu Ghraib, no Iraque, e para a base naval de Guantánamo, em Cuba. Decerto a ONU detectaria graves violações dos direitos humanos, praticados por ordem de George W. Bush, e, assim sendo, teria muito com que se ocupar.

Por Leví Inimá de Miranda - CEL MED REF (EB)
Perito Legista licenciado da Polícia Civil do RJ 

4.11.07

Levanta Brasil!

“Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe”.(Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.)
A impunidade continuada leva a varias descaradas barbáries como as tentativas do ilegal continuismo do retirante da silva. Um amigo meu, apaixonado pelo aprendiz bolivarianista, me propôs uma aposta quanto ao 3º mandato alegando que o retirante da silva havia declarado que isto não era bom para a democracia. Declinei da aposta, pois se eu a ganhasse, não poderia cobrar pois estaria implantado o bolivarianismo tupiniquim e correríamos o risco de sermos proibidos de nos reencontrar.


Lembrei a ele que não havíamos nascido quando apareceu uma outra aberração moral semelhante, também retirante e operário pintor de paredes que empolgava os puxa-sacos nas cervejarias porque lá não havia cospe grosso como no ABC. Aquele falastrão também foi eleito e, da mesma forma que o operário metalúrgico canhaceiro, o que dizia não se escrevia.


Respondeu ele, que "o brasileiro é muito diferente do povo alemão", e que os “brasileiros querem paz. mulheres, cervejas, praias e feriados". Ora a reposta é pueril e ingênua e bem mostra a peçonha da propaganda oficial, pois os anseios da espécie humana civilizada são basicamente iguais. Comprova isto o fato de meu amigo não ser um fronteiriço ou inculto, muito pelo contrario é reconhecidamente inteligente e preparado, Mesmo repetidamente alertado acompanha fanaticamente
a maioria bovinarista que segue para o matadouro das liberdades democráticas do lulopetismo que finge não ter obrigações legais e continua incentivando a anarquia.


Em sua desfaçatez, o nosso operário falastrão e seus seguidores, apresentam a estabilidade econômica como obra sua para fulminar as instituições nacionais pois são os mesmos que no passado fizeram de tudo para arruinar as bases sob as quais ela foi criada. Os seguidores dos arautos do caos defendem a barbárie das instituições com afirmações desprovidas de base legal e intelectual, eis que confundem regimes com sistema de governo e até com sistema econômico pois sequer sabem a diferença entre os meios de produção e de distribuição..


A canalhice dos dirigentes é clara e explícita na propaganda oficial e na mídia amestrada e não engana a mais ninguém, Tanto assim que a Amazonia está sendo vendida no mercado internacional com a cumplicidade desses dirigentes apátridas. Tanto é verdadeira a conivência do operário governante e seus comparsas vendilhões lulopetistas que estes nada fazem contra este absurdo e sequer desmentem enfaticamente ou desautorizam teses continuistas ditatoriais.


Muito pelo contrario, como se nada tivesse ocorrendo, o operário governante acompanhado de 2 ministros e 12 governadores viajou para um passeio na Suíça com a finalidade de tomar conhecimento de que o candidato único foi indicado para sediar a Copa do Mundo de 2014. O turismo marqueteiro serviu para escamotear a modificação da matriz energética na calada da noite reduzindo em 17% o fornecimento de gás natural para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo gerando irresponsavelmente grandes prejuízos.


O operário governante pensa que todos são tolos ou imbecis e subestima a inteligência e a disposição dos brasileiros patriotas confiando na impunidade comprada com recursos desviados do erário publico por seus comparsas aparelhados. A falta de conhecimento, combinada com idéias preconcebidas não foi capaz de impedir que muitos eleitores hoje estejam conscientizados de que não escolheram: a submissão cega, a entrega patrimonial indiscriminada, a renúncia aos direitos, e muito menos a estruturação governamental de fancaria para os poderes constituídos acobertar ilegalmente tais crimes e desvios.


O mínimo que se espera de um governante sério é repudiar veementemente qualquer tentativa de golpe, bem como adotar medidas serias e efetivas contra a rapinagem do patrimônio nacional, o vilipendio da lei e a desordem geral. Se não o faz é por conivência, pois inexiste outra motivação. Portanto, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita, uma anarquia onde a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria apátrida barulhenta.


Chega de quadrilhas, de vagabundos totalitaristas, de PACtóides, de lambanças, de imoralidades, de populismo escrachado, de lupemeleitorado, de bolivarianistas, de peleguismo e de migalhas das bolsas qualquer coisa.

Levanta Brasil!
Gritemos
agora com a pena para evitar ter que lutar amanhã pela liberdade.

Por MiguelGCF

3.11.07

Isto precisa ser difundido.

Isto precisa ser difundido.Clique no link

A figura do traidor interno é encontrada no livro auto-biográfico do General Sylvio Frota, ex-Ministro do Exército do governo Geisel.Clique no link

“Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado.
E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe”.Clique no link
(Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.)



Postado por MG> VERGONHA NACIONAL> Impunidade,> info impunidade > info impunidade i. > VOTO CONSCIENTE.

A integralidade e a paridade para os militares

Por ocasião das negociações da Reforma da Previdência Social, que resultaram na Emenda Constitucional nº 41, o governo, por intermédio do Ministro da Casa Civil, do Ministro da Previdência e de seus líderes políticos, garantiu a manutenção, para os militares federais, dos institutos da integralidade e da paridade, pelos quais o militar, ao passar para reserva ou reformar-se, perceberia, integralmente, o valor da remuneração da ativa, sendo esse valor, também estendido às pensões, e, ainda mais, que os proventos e as pensões seriam revistos na mesma proporção e na mesma data sempre que se modificasse a remuneração dos militares em atividade e, nesse caso, seriam repassados aos inativos e aos pensionistas quaisquer benefícios, vantagens ou gratificações concedidos aos militares em atividade, inclusive decorrentes da transformação ou reclassificação de cargos ou funções.

 Essa questão foi exaustivamente debatida e considerada e resultou em suprimir-se a remissão dos militares federais ao então parágrafo 8º do Art.40 da Constituição Federal, cuja redação seria modificada e, além disso, não se remeter os militares federais ao disposto no Art. 6º da EC n°41. Essa última decisão decorreu do mútuo entendimento de representantes do governo e dos Comandantes das Forças de que a regra da paridade continuaria a ser aplicada a todos os militares, inclusive àqueles que ingressassem na Forças Armadas após a publicação da referida EC.

 Inúmeras reuniões foram realizadas com representantes do governo, no legislativo e no executivo, tendo como conseqüência  a proposta apresentada, que contou com a participação dos Comandantes das Forças Singulares.

 A ênfase dos mais altos representantes do governo em reafirmar a manutenção da integralidade e da paridade tranqüilizou os militares e, em conseqüência, a decisão foi difundida para todas as bases e guarnições militares.

  Cabe, neste momento, repetir, integralmente, duas passagens do relatório da PEC nº 40-A, aprovado pelo Congresso Nacional:

     “O regime a que sujeita o militar exige-lhe, antes de mais nada, a disposição para expor a risco a sua própria vida, em obediência a ordens superiores . Impõe-lhe a eventualidade de prestar serviço em qualquer horário, sem limitação de jornada  e sem direito a qualquer das compensações pecuniárias previstas na legislação trabalhista. O regime sujeita o militar a ser transferido para qualquer localidade, eventualmente submetendo a si e a seus familiares a condições inóspitas . Pode, ainda, já  estando na reserva remunerada, ser convocado para o serviço ativo. Ao militar são também proibidas a sindicalização e a greve, bem como a filiação a partidos políticos , enquanto em serviço ativo.“

          Mais adiante, diz o referido Relatório:

        “O parágrafo 8ºdo Art. 40, cujo texto em vigor contém a regra da paridade, passaria a conter , sob a nova redação, previsão de reajustamento de benefícios conforme critérios a serem estabelecidos em lei. A supressão da remissão permitirá que a regra da paridade continue sendo aplicada para os militares que vierem a se inativar, bem como seus futuros pensionistas, diferenciando os militares dos servidores civis quanto a esse aspecto.

        Portanto, a questão do reajuste dos militares, cujo estudo foi entregue, ao Ministro da Defesa, em outubro de 2006, não pode ser solucionada com a previsão de qualquer tipo de adicional, gratificação, vantagem ou reajuste que não seja igualmente concedido para ativos, inativos ou pensionistas.

  A concessão de uma gratificação específica, qualquer que seja, para o pessoal da ativa ou de aumento diferenciado entre ativos e inativos configura uma situação mais grave ainda que não conceder qualquer reajustamento para os militares, mesmo no cenário crítico em que eles percebem uma remuneração muito inferior à dos servidores civis do mesmo nível

           A quebra da paridade significará o rompimento de acordo, que visava a recompensar, em parte, as grandes restrições decorrentes da MP de 29 de dezembro de 2000. Significará, também, a perda de um objetivo arduamente conquistado e mantido, o que, de certo, ensejará a possibilidade do retorno progressivo de uma situação do passado recente, na qual inativos e pensionista, componentes da Família Militar, passavam sérias dificuldades para sobreviver.

Família militar, que não pode ser percebida como um agregado, como já se disse, mas é constituída de militares que se dedicaram, integral e exclusivamente, ao seu nobre ofício e de pensionistas, que viveram as mesmas agruras e renúncias  próprias da vida militar .

 De certo, não é um ente depreciado, a ser sustentado por extensão e prestes a ser descartado.

 O eventual rompimento da paridade significará, ainda, a quebra de confiança e de credibilidade que sustentam o diálogo leal e honesto, a presidir as relações entre os dirigentes do poder executivo e o setor militar de nossa sociedade

Pelo Gen Div Ref Synésio Scofano Fernandes
www.ternuma.com.br

Desabafo de um velho soldado.


25 DE AGOSTO
         No último dia 25 de agosto, ao despertar-me, à primeira luz do dia  já nascendo, eis que fui saudado, carinhosamente, por minha esposa, minha querida   e doce companheira por 55 anos de plena felicidade. Ao beijar-me, sabedora de meu acendrado amor pelo Exército, lembrou-me, orgulhosamente, que aquele era o dia do soldado.
Desde então, pus-me a pensar! Onde está o meu Exército? O que estão fazendo com ele? Lembro-me que na Revolução de 1964, quando na Escola de Sargentos das Armas, onde servia como instrutor do Curso de Artilharia, dentro da minha modéstia de um orgulhoso Primeiro Tenente, fiz a minha parte para combater a subversão, a indisciplina, o desrespeito à hierarquia e aquele mal que chamávamos de corrupção.
Naquele movimento glorioso, que hoje não encontra ninguém com um mínimo de coragem para defendê-lo, fiz a minha parte para depor um irresponsável, sem, contudo estar de acordo com a continuidade dos governos militares e com a tortura que durante alguns anos foi praticada, em nome da defesa do regime democrático.
Afinal, o vilipêndio que o meu Exército tem sofrido, os ataques covardes que tem recebido, as agressões por meio de  ações, gestos e palavras vindas daqueles que não conhecem sua história gloriosa, ou daqueles que muito bem a conhecem mas o agridem, exatamente, porque sabem que somos melhores e por esta razão sentem a terrível dor da inveja, nada disso estaria acontecendo hoje,   se, ao final do primeiro governo militar, tivessem devolvido o poder aos civis, depois de darem um fim naquela corja, em vez de permitirem sua volta ao Brasil, onde alguns sobreviventes, até hoje ai estão, dedicados ao revanchismo, que a anistia não conseguiu abolir.
Basta lembrar da revolução de Fidel, onde "El paredon" não deixou adversários para contestar o grande ditador. 
Hoje, vejo com imensa tristeza que a corrupção daquela época não representava um décimo, da que hoje é praticada pelo Sr Lula e sua quadrilha.
Longe de mim fazer aqui a apologia do golpe, pois entendo que a pior democracia sempre é melhor do que o melhor regime ditatorial.
Mas o que fazemos nós? Onde estão aqueles que se intitulam chefes militares? Onde está o amor pela farda verde oliva? Onde está o meu Exército? Está na farda aviltada do honrado soldado brasileiro,   que usaram, mais de uma vez,   para vestir num joão bobo travestido de Ministro da Defesa? (não tenho conseguido ver pela televisão, se é  de General ou de um soldado recruta) – não importa! A honra não tem posto ou graduação; O que pensam essas pessoas autoras dessa triste iniciativa? Por que a farda que tanto amo foi posta no corpo de um paisano que não tem a mínima idéia do que representa a honra de ser soldado? Onde está o meu Exército? Está nas três gemadas sujas de Coronel que concederam a um covarde assassino que chefiou o massacre de colegas de farda, no dia 27 de novembro de 1935, e que hoje, assim como o traidor e desertor Lamarca, ostenta o mesmo posto que conquistei, depois de mais de trinta anos de serviço, de dedicação e de amor ao meu querido Exército? Não! A minha farda, que ainda pretendo trajar pela última vez, quando estiver, orgulhosamente, pelas mãos de meus amigos e de minha família, a caminho de minha última e definitiva morada, não tem manchas! É pura! È limpa! Vivi e morrerei com honra! Sou apenas um velho soldado, mas honrado. Minha honra nunca esteve e não está à venda! Minha farda ostenta o mesmo brilho desde quando, com o espadim de Caxias em punho, jurei defender a minha pátria   com o sacrifício de minha própria vida.
Eles que me desculpem, mas não entendem esta linguagem.
Não aceito, embora nada de concreto possa fazer, que esses bandidos,  pelas mãos de outros mais bandidos que eles, ostentem nos ombros as mesmas estrelas que meu Exército me concedeu.
Ao me recordar que me foi concedida a honra de assinar o "Livro de Honra" na Academia Militar das Agulhas Negras, por não ter sofrido nenhuma punição como Cadete;
Ao me recordar que me foi concedida a honra de fazer provas no Curso de Artilharia da AMAN, sem necessitar de um Oficial para fiscalizar, porque a minha honra não me deixava colar;
Ao me ver há 50 anos, como Cadete do terceiro ano do Curso de Artilharia, montando um orgulhoso cavalo da parelha tronco, tracionando um Krupp C 26, às três horas da madrugada, pelos campos da Fazenda da AMAN, completamente molhado por uma chuva torrencial, confundia-se em minha mente o amor à minha arma, com o cheiro sublime do suor daquele bravo companheiro, misturado à água que lhe corria pelo corpo, com os olhos rasos d'água, pela emoção que me inundava a alma,   cantando, a plenos pulmões, a Canção da minha Artilharia;
 Naquele dia certifiquei-me que estava pronto para morrer pelo meu Exército.
Alguém poderá dizer: Coitado, vive de recordações. Exatamente! Doces e belas recordações; são elas que me embalam nas minhas angústias ao ver o meu Exército pisado e enxovalhado, são elas que me alimentam e que me dão força para continuar a te amar meu Exército querido.
Ao me recordar que durante esses anos todos nunca sofri nenhuma punição, uma repreensão sequer; - Ponho-me a meditar: Do que valeu tanto brio? Do que valeu tanta vergonha na cara?   Valeu-me o orgulho de poder dizer que as minhas estrelas foi o meu querido Exército que as colocou no meu ombro. Valeu-me o consolo de continuar amando obstinadamente o meu Exército. Hoje, amanhã, além da vida: Na eternidade.  
Brasília, 20 de outubro de 2007.
 
José Maria de Siqueira
Coronel de Artilharia do Exército Brasileiro 


2.11.07

Ideais traídos

A figura do traidor interno é encontrada no livro auto-biográfico do General Sylvio Frota, ex-Ministro do Exército do governo Geisel.

“Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado.
E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe”.

(Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.)


A contundente epígrafe acima, apesar de escrita há mais de 2.000 anos, serve para ilustrar fatos ocorridos em um passado recente de nossa nação e que continuam se repetindo até os dias de hoje. A figura do traidor interno, esse que “trabalha em segredo e oculto na noite”, vamos encontrá-lo no livro auto-biográfico do General Sylvio Frota, ex-Ministro do Exército do governo Geisel, publicado postumamente. Em “Ideais Traídos” (Ed Zahar, 2006), o General Sylvio Frota conta em detalhes, inclusive com cópias autênticas de documentos confidenciais e secretos, como a traição ao ideário da Revolução de 64 foi urdida dentro do próprio governo, nos corredores do Palácio, na calada da noite. Seus vultos invisíveis e ocultos que se moviam e agiam qual fantasmas, tudo fizeram para o retorno daquilo que os revolucionários de 64 combateram aguerrida e vitoriosamente: a implantação do comunismo no Brasil, como vemos hoje através das figuras encasteladas no poder.

Com o falecimento do General Dale Coutinho, em maio de 74, o General Sylvio Frota ocupa interinamente a pasta sendo efetivado a convite do presidente Geisel em 27 de maio daquele ano. O Gen Frota conhecia o presidente Geisel superficialmente, e no início de seu mandato como ministro as coisas corriam bem e harmoniosamente até que surgiu o problema do reconhecimento da República Popular da China.

Em 9 de abril de 1974, ainda como Chefe do Estado Maior do Exército (EME) e membro do Conselho de Segurança Nacional (CSN), o Gen Frota encaminhou ao presidente Geisel um parecer sobre a Exposição de Motivos do Ministério das Relações Exteriores. Nesse documento ele expõe detalhadamente os riscos que se corria com o reatamento, pois a pretexto de intercâmbio técnico e comercial a China comunista iria infiltrar seus agentes no nosso país, como já fazia em outros. Além disso, uma das exigências desse país comunista era o rompimento com a China Nacionalista, criando um problema com Formosa com quem o Brasil mantinha excelentes relações comerciais e políticas.

Geisel tinha interesse em reatar com a China comunista e certo dia, sendo o Gen Frota já Ministro do Exército, o presidente solicita ao Ministro da Casa Militar, Gen Hugo Abreu, que converse com o Gen Frota para que ele “abrande” os termos empregados no parecer dado em abril de 74. O Gen Frota manteve-se irredutível e certo dia, após um despacho com o Presidente, soube por um de seus assistentes que em conversa com o secretário particular de Geisel, Heitor Aquino Ferreira, ouvira a seguinte frase textual: “Por causa destes milicos de ... não podemos fazer relações com Cuba!” (Ideais traídos, págs. 101-102). O Gen Frota não mais tomou conhecimento do assunto e em 15 de agosto de 1974, o Brasil estabeleceu relações diplomáticas com a República Popular da China, o que provocou vários transtornos à comunidade chinesa do Brasil e o confisco de bens dos cônsules da China Nacionalista residentes no Rio e em São Paulo, por determinação do governo de Pequim.

No ano de 1975 a subversão parecia ter recobrado ânimo e em certo dia de julho daquele ano, despachando com o Presidente, este disse ao Ministro Frota que os militares estavam combatendo-os de forma errada, aliando-se à direita. Disse textualmente: “É um erro”. Depois, com toda a firmeza, acrescentou: “Nós devemos nos aproximar da esquerda”. Em seguida, fez um desenho num papel com as letras E, C e D, e circulou as letras E e C que indicavam a aproximação do centro com a esquerda. Atordoado, Sylvio Frota pergunta: “O senhor acha que nós devemos ir para a esquerda?” (Ideais traídos, pág. 133). O presidente nada respondeu; pegou o papel com o desenho, rasgou-o e o colocou no bolso do casaco. Ao sair dali, o ministro Frota recorda-se de que nos primeiros meses do governo Geisel, o ministro Golbery do Couto e Silva (da Casa Civil) teria dito aos oficiais do Serviço Nacional de Informações que o novo governo é um “governo de centro-esquerda”.

Tal afirmação encontra eco numa Informação Confidencial do Adido Militar brasileiro no México, chegada ao EME em 28 de abril de 1975, sobre o comunista Francisco Julião, que lá se encontrava exilado, e dava conta de que em palestra realizada em uma universidade, sob o tema “Los pueblos de América Latina contra el Fascismo”, Julião teria dito que: “O general Ernesto Geisel está convencido de que o Brasil deve abraçar o pluralismo ideológico e inclinar-se para onde se inclinem os povos da América Latina (em clara alusão à revolução cubana). (...) Sob as ordens do imperialismo norte-americano Garrastazú Médici pretendeu fazer do Brasil uma potência mesmo que para isso tivesse que sacrificar os operários, os camponeses, a classe média. (...) Agora com Geisel, o Brasil está procurando a forma de se encontrar a si mesmo. (...) Geisel está consciente (...) de que sua missão é ir desmontando a máquina militar” (Ideais traídos, págs. 137-138).

E finalizando, elogia o reatamento com a China e afirma: “Os interesses internos e externos contam com a proteção do Exército, e é aí onde aparece a cara sinistra do fascismo. É por isso que Geisel deverá procurar aliança com as forças progressistas do Brasil, e é o que, naturalmente, está fazendo”. Perguntado se acreditava que Geisel iria mudar a fisionomia do Brasil respondeu: “Passei a me convencer que tal sucederá, pois inclusive Geisel já está contando com a colaboração de elementos nossos, em certos ministérios. (...) Acredito que muito em breve teremos as portas abertas ao nosso retorno” (Ideais traídos, pág. 138)). A esse respeito o Gen Sylvio Frota denunciou ao presidente Geisel de que havia 97 funcionários em cargos de DAS que foram classificados pelos órgãos de Segurança como comunistas militantes; entretanto, tal alerta caiu no vazio, mais uma vez.

Delineava-se assim, cada vez mais claramente, aquilo que o Gen Sylvio Frota tanto temia e relutava em crer: o pendor esquerdista do Presidente Geisel. Os atritos pela divergência de cunho ideológico acentuavam-se mais e mais, e muitas vezes o Gen Frota pensou em entregar o cargo, não o fazendo pela responsabilidade assumida perante o seu Exército que tanto amava, e ao presidente a quem era leal, enquanto chefe da Nação e seu superior hierárquico.

No dia 31 de maio de 1977, em despacho com o presidente, o Gen Frota nota que Geisel estava nervoso. Encerrado o despacho Geisel diz com revolta que “estavam criando-lhe problemas”, referindo-se à prisão dos estudantes-militantes trotskistas e “... lá no Nordeste... os radicais prenderam agora dois pastores norte-americanos... criando um caso”. – “Que radicais, presidente?” O presidente prosseguiu sem dar ouvidos à pergunta: “E os estudantes... Estão provocando desordens... Estão se excedendo... Mandei prender...”. E voltando-se, apontou-lhe o dedo e disse lentamente: “E... tu sabes perfeitamente que eu não sou infenso às esquerdas...” (Ideais traídos, pág. 367).

Durante os quatro anos em que dirigiu o Ministério do Exército, o Gen Frota foi vítima de inescrupulosas armações pelo “grupo da intriga” (como ele chamava), capitaneadas por Golbery e com o respaldo do Gen Figueiredo e do ex-capitão Heitor Aquino Ferreira, secretário do presidente Geisel. Este grupo, por não encontrar qualquer falha de comportamento ou atitudes do Gen Frota perante seus comandados e a pasta que dirigia, vinha fomentando a intriga entre o presidente e o ministro através de ilações a um pretenso interesse do Gen Frota de candidatar-se à Presidência da República, coisa que jamais esteve em seus planos (como se evidencia ao longo de toda esta obra), pois o ministro era claro em afirmar não ter qualquer interesse na política partidária. Aliás, esta era uma de suas maiores críticas ao presidente e ao tal “grupelho”, que punham os interesses políticos à frente e acima dos interesses militares e dos ideais da Revolução de 64 para com a Nação. A propósito das ações do “grupo da intriga” que procurava denegrir a imagem do Gen Frota, passou a correr de boca em boca, Brasil afora, um bordão que buscava depreciar àquele autêntico revolucionário que, fiel aos princípios do Movimento Cívico-Patriótico de 64, procurava alertar Geisel a respeito do recrudescimento da subversão comunista. O debochado bordão dizia: “Chega de inteligente: Frota para presidente”. Isto considerando-se que Geisel era tido como um ser de inteligência superior.

Este grupo da intriga inventou, ainda, que na Ordem do Dia de 25 de agosto o Gen Frota faria um pronunciamento político e no dia seguinte, data do seu aniversário, lançaria sua candidatura à Presidência. No dia 9 de agosto, em despacho de rotina, Geisel fala com ar um tanto distraído: “O dia 25 de agosto vem aí...”; e em seguida, de dedo em riste e quase gritando: “E eu quero ler sua ordem do dia, general, eu quero ler...” (Ideais traídos, pág. 468). Indignado com a grosseira intimação, o Gen Frota conteve-se e respondeu: “Se o senhor não confia em mim, se o senhor não tem confiança em mim, exonere-me, demita-me, mas as minhas ordens nunca lhe deram motivos para censuras. Foram feitas sempre na base da disciplina e da hierarquia” (Idem, pág.469). Dias depois, após ler a Ordem do Dia redigida pelo ministro Frota, o presidente o elogiou.

Em 15 de setembro de 1977, o Ministro das Relações Exteriores, Azeredo da Silveira, sabidamente esquerdista por seus colegas do Itamaraty, informa ao Ministro do Exército que seu colega uruguaio havia lhe comunicado que o governo de seu país teria revogado o asilo político de Leonel Brizola, acusando-o de envolvimento em assuntos internos do Uruguai e de fornecer dados sobre as organizações militares aos seus camaradas. O Governo do Uruguai dera-lhe um prazo até o dia 21 de setembro para deixar o país e constava que tal informação era sigilosa. Especulava-se que Brizola poderia ir para o México, Portugal ou mesmo Argélia, onde Miguel Arraes articulava-se para tal fim, além de intermediar a importação para o Brasil de petróleo, conforme acertado com o Ministro das Minas e Energia, Shigeaki Ueki, conhecido como “o japonezinho de Geisel”.

Entretanto, no dia 20 de setembro o Gen Frota foi surpreendido por um telefonema em sua casa, ainda cedo da manhã, onde o Ministro da Justiça, Armando Falcão, informava-o de que Brizola viria para o Brasil. Diante da perplexidade do Gen Frota e dos argumentos de que ele não poderia vir, sobretudo por ter instigado os sargentos a matar os oficiais, respondeu-lhe Armando Falcão: “Mas, Frota... O presidente mandou que eu visse um lugar, assim como Corumbá, para confiná-lo...” (Ideais Traídos, pág. 487). O Gen Frota decidiu que acionaria o QG para prender o comunista, caso ele desembarcasse no Brasil e ruminava questionamentos acerca do comportamento do Presidente, sendo ele um Militar, em acoitar um homem odiado pelo Exército, inimigo declarado dos revolucionários e que acabava de ser expulso de uma nação irmã por ter desonrado o país que o acolhera.

Naquele dia 20 o Gen Frota foi ao palácio despachar com o presidente e ao fim do despacho disse-lhe Geisel: “O Brizola vem aí! Já dei ordem ao Armando Falcão para escolher um lugar, assim como Corumbá, para confiná-lo...”. O Gen Frota, perplexo, apresenta os argumentos já conhecidos da perniciosidade deste elemento e então Geisel responde:

- “Mas... já dei ordem para confiná-lo...”.

– Então coloque-o numa ilha... Trindade tem uma guarnição da Marinha, ou em Fernando de Noronha.

- “Deste modo vão dizer que eu o estou perseguindo...”

- E que mal há que o digam, presidente? (Ideais traídos, págs.489-490), foi a pergunta final do Gen Frota que manteve seu posicionamento e afirmou ao presidente que não se responsabilizaria pela integridade física de Brizola, em face de uma possível reação dos oficiais. Esta conversa fora privativa no entanto, chegou aos ouvidos de Brizola no mesmo dia – certamente pelo “grupo da intriga” -, para criar mais dificuldades ao Ministro do Exército.

Desta ilação, engendrou-se calúnia de que o Gen Sylvio Frota preparava um golpe para depor Geisel. Finalmente, soube-se no dia 21 de setembro que o governo dos Estados Unidos, sob a presidência do criptocomunista Jimmy Carter, abriu as portas do seu país para acolher Brizola, livrando assim o Brasil de maiores dissabores.

No dia 29 de setembro, por ocasião da reunião do Alto Comando, o Ministro Frota fez referência apoiando, por considerá-lo excelente, um documento intitulado “Relatório Especial de Informações” onde o autor, General-de-Exército Fernando Belfort Bethlem, Comandante do III Exército, analisava friamente a situação do país, a penetração marxista em setores da vida administrativa e apontava alguns nomes, do Senado e da hierarquia militar, como participantes das pressões espúrias que se faziam sentir no governo. Na tarde do dia 11 de outubro circularam informações de que o presidente Geisel mostrava-se indignado com tal relatório, e através de um oficial do Centro de Informações e Segurança da Aeronáutica Sylvio Frota recebeu a informação de que Geisel oscilava entre três soluções: prender e afastar o Gen Bethlem do Comando do III Exército; afastá-lo do Comando do III Exército ou mandar que o Gen Frota punisse este Comandante.

Ainda no dia 11, após receber esta informação, preocupado com os desdobramentos o Gen Frota telefona para o Gen Bethlem que estava em férias no Rio, e ao referir o relatório este mostra desconhecer totalmente do que se tratava, sendo ele o autor do documento e já sabendo que o Gen Frota seria exonerado do cargo que ele iria ocupar. O dia 12 de outubro fora decretado feriado, todavia, às 8 horas da manhã o Gen Sylvio Frota recebe um telefonema do Gen Hugo Abreu, informando que o presidente Geisel desejava falar-lhe às 9 horas no palácio. Indagado se conhecia o motivo o Gen Hugo Abreu, que participara de toda a trama na calada da noite do dia 11, disse que não sabia.

Ao chegar ao palácio o Gen Frota estava disposto a defender o Gen Bethlem, pois acreditava ser este o motivo da conversa. O presidente foi direto ao assunto dizendo que “não conseguia ‘se acertar’ com o ele”, ao que o Gen Frota retruca dizendo que sempre lhe fora leal, no que o presidente concordou. Entretanto, logo o Gen Frota percebeu que o presidente jamais diria os reais motivos de sua ansiada demissão mas que eles eram de ordem especificamente políticas, prendiam-se à permanência do grupelho no Planalto, uma vez que ele era a nota dissonante daqueles que pretendiam transformar o país num feudo de compadres.

Irritado porque o Gen Frota não pedia demissão, Geisel falou com aspereza: “Eu estou incompatibilizado com você; solicite demissão!”. O Gen Frota disse que não faria isto porque não se sentia incompatibilizado com o cargo. Mais exasperado ainda, Geisel bate com a palma da mão na mesa e grita: “Mas o cargo é meu!”. O Gen Frota confirma e diz que então ele o demita; Geisel diz em voz alta: “É o que farei!” (Ideais traídos, pág. 513). Ao sair do gabinete presidencial o Gen Frota informa ao Gen Hugo Abreu de que acabara de ser demitido, ao que este diz que “estava previsto desde sábado” e que os motivos foram meramente políticos.

O que se seguiu a este episódio foi algo degradante e indigno de alguém que durante todo o tempo em que ocupou o Ministério do Exército só visou o bem da sua Força, dos seus comandados e da própria Nação brasileira, tentando resguardá-la de um possível retorno à época da baderna promovida pelos comunistas. Na noite do dia 11 foi dado alerta a várias unidades militares para um possível “golpe” do Gen Sylvio Frota pela não aceitação de sua demissão – que se presumia -, mostrando que nenhum daqueles militares, comandados pelo “grupo da intriga”, estava a altura deste nobre Soldado, tampouco o conheciam suficientemente. Apenas revelavam, com gesto tão vil e mesquinho, seu desespero diante de um homem que, sem querer nem pedir, fazia-lhes sombra por sua competência, caráter ilibado e honradez inatacável.

Logo após sua demissão, o Gen Frota convoca seu Alto Comando para uma reunião onde pretendia dar ciência dos motivos que levaram o presidente a tomar tal atitude. Ao tomar conhecimento desta convocação, Geisel teria dito: “Não deixe os generais reunirem-se com Frota! Os generais são fracos e Frota vai dominá-los!”. Em seguida, ardilosamente convoca os mesmos oficiais para uma reunião em seu gabinete e todos, um por um, acodem ao chamado do presidente, ferindo de forma brutal o princípio de hierarquia, além de abandonarem num momento angustiante àquele a quem muitos se diziam amigos. No palácio aparece também o Gen Fernando Bethlem (que estava de férias), que toma posse no Ministério do Exército.

As calúnias, infâmias e perseguições que acompanharam o Gen Sylvio Frota, mesmo depois de sua exoneração, são dignas das obras do KGB. Sua correspondência passou a ser censurada; seu telefone grampeado de forma estúpida, pois até para seu filho – o Contra-Almirante Luiz Frota, que morava praticamente ao lado do pai e sabia que ele estava em casa – “uma voz” anunciara que o general não se encontrava; oficiais amigos do general foram perseguidos e preteridos em suas promoções. O pior de tudo, entretanto, foi a nota da antiga Delegacia de Ordem Política e Social (DOPS) que logo após o dia 12 de outubro passou a considerar o ex-ministro Sylvio Frota como “um elemento pernicioso à ordem vigente, digno de ser incluído no fichário dos subversivos, ao lado de assaltantes de bancos, assassinos e terroristas” (Ideais traídos, pág.564).

Em sua nota de despedida o Gen Sylvio Frota cita, dentre as divergências com o governo, além das já citadas acima, o voto de abstenção quanto ao ingresso de Cuba na OEA; o reconhecimento ao governo comunista de Angola; o voto anti-sionista de caráter discriminatório; as investidas para destruir a estrutura da Segurança Nacional; a tentativa de incompatibilizar as Forças Armadas com a opinião pública; a complacência criminosa com a infiltração comunista e a propaganda esquerdista na imprensa, nos setores estudantis e nos próprios órgãos do governo; processo de domínio pelo Estado da economia nacional.

É difícil resumir tão magnífica obra póstuma em poucas palavras. Mas é imperativo, ao menos - mesmo após 30 anos do fato ocorrido -, tentar restaurar a imagem de um homem íntegro, que viu traído não só os ideais revolucionários mas também a si próprio, por sua transparência e grandeza de espírito que desconhecia os ardis e a malícia daqueles que só almejam o poder, mesmo que isso custe renegar o juramento feito de defender a Pátria com o sacrifício da própria vida. Encerro esta homenagem ao grande Soldado Gen Sylvio Frota, injuriado e maculado em sua honra de Homem e Militar, com suas palavras sábias e proféticas na nota de despedida que ofereceu aos seus comandados, recomendando a todos a leitura desde livro memorável que é antes de tudo um documento histórico de inestimável valor:

“Que os quadros do Exército reflitam sobre o grave momento que atravessamos e meditem na magnífica tarefa que lhes atribuo, de preservar, para seus filhos, um Brasil democrático. E se, por uma fatalidade, isto não acontecer, quando as pesadas algemas do totalitarismo marxista, fizerem porejar o suor da amargura, nas frontes pálidas de suas esposas, não quero que em seus lamentos de desespero, acusem o General Sylvio Frota de omissão e de não lhes ter apontado o perigo iminente”.
Parece que ninguém ouviu este alerta...

por Graça Salgueiro
© 2007 MidiaSemMascara.org
Texto publicado originalmente no jornal Inconfidência.
Postado por MG> VERGONHA NACIONAL> Impunidade,> info impunidade > info impunidade i. > VOTO CONSCIENTE.

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28.10.07

Isto precisa ser difundido.

O bode é de simples solução. Os assuntos referentes à segurança nacional são sigilosos e recebem a classificação de ultra secreto ou secreto e assim sua difusão é restrita. O comandante supremo recebe diariamente uma resenha sobre este e todos os demais assuntos nacionais e internacionais. Como ele e seus "cumpanheros" "acham" que não tem nenhum compromisso com os seus deveres constitucionais, o desavergonhado desgovernante diz que "não sabe de nada", o que, à evidencia, não ilide a autoria do continuado crime omissivo. Leia na integra

ESTÁ CHEGANDO A TV LULA

COMUNICAÇÃO SOCIAL NA VENEZUELA

Maçonaria solta o bode na Sala da Justiça e no Quartel

Governo do crime organizado

A Amazônia é nossa, mas a ganância multinacional quer compra-la com o apoio do governo lullopetista do "nada sei". As Forças Armadas estão preparadas para, se necessário for, enfrentar uma guerra de resistência.na selva Amazonica. O Vietnã vai virar história em quadrinhos e a culpa é exclusiva dos governantes omissos e venais que alem de não ocupar as fronteiras ainda querem expulsar os poucos não indios. Esses criminosos apatridas desconhecem geopolitica, soberania e patrimonio nacional.
Postado por
MG> VERGONHA NACIONAL> Impunidade,> info impunidade > info impunidade i. > VOTO CONSCIENTE.

Até piolhento sustentado pela mulher resolveu me atacar


O sucesso do blog incomoda a canalha. E como! Se eu produzisse o triplo — e olhe que escrevo pra chuchu —, haveria leitores, haveria comentadores. Aí acontece o quê? Os blogueiros do sexo solitário, que fazem suas paginetas pra ninguém, que restam na mão com o triste produto clandestino de sua excitação asquerosa, mesquinha, rala, magricela, resolveram me eleger como alvo. A esperança: “Reinaldo me dá um tabefe, e vou pro trono”. Não vai. Vai continuar no troninho. Até vagabundo sustentado pela mulher, que ergueu casa chique em área pública roubada, resolveu me agredir de graça, tentando chamar a minha atenção.

Peço a vocês um favor: não me mandem o que escrevem a meu respeito (só os elogios, é claro, rá, rá, rá). Não quero saber. Especialmente o que vem de gente que fez carreira de joelhos. E que, atenção!, não pratica o trabalho de sopro para o governo Lula por ideologia. Não! Praticava também para o de FHC. E, antes, para o de Itamar. E, antecedendo Itamar, para o de Sarney. No caso de Collor, o Breve, nem houve tempo. Os dias foram muito agitados. O ex-presidente foi um bocó. Em vez de tentar ganhar esses vagabundos do nariz marrom, hostilizou-os. Bastava dinheiro — ou algumas fofocas em off. Com um pouco mais de habilidade, teria pagado o preço que eles cobravam e talvez tivesse se salvado da guilhotina.

Os piolhentos até se reúnem nos fins de semana, com seus bermudões descontraídos e mocassins sem meias (pausa para eu vomitar), seus cabelos engordurados e caspentos, seus vinhos baratos, suas aspirações baratas, suas utopias baratas, para esconjurar "as forças de direita" que ameaçam o país. São escravos da própria incompetência. É natural que me odeiem. Não sou amigo deles. Não falo com eles. Não freqüento seus botecos. Se eu os encontrar em algum lugar público, sabem quem sou, mas não sei quem eles são. E, fazer o quê?, eu não os leio, mas eles me lêem. Reitero o pedido: eu não quero saber das fantasias que os onanistas da própria irrelevância têm comigo.

O blog vive, de fato, um momento especial. Não ignoro um dado óbvio, que poderia ser assim resumido: “todo mundo lê”. E não porque eu procure ser, como direi?, inclusivo. Aí surge o ódio dos piolhentos. Mas eu não tenho o que fazer com o ódio dos piolhentos.

Por Reinaldo Azevedo

Lula, pelo visto, é a anta de muita gente


E, se motivos de ódio ainda lhes faltasse (ler post acima), haveria mais um: Lula É Minha Anta, de Diogo Mainardi, está em segundo lugar na lista dos mais vendidos de VEJA, conforme já informei aqui. Na lista do GLOBO de sábado, está em primeiro. Um desses meliantes mandou um longo comentário pra cá — coisa de gente que vive de escrever (embora mal), dá pra perceber — afirmando que isso não tem a menor importância, que bater em Lula é fácil. É? Então por que você não bate? Eu imagino o que o fígado dessa gente não secreta... Segundo numa lista, primeiro em outra, a despeito do boicote de uma boa parte da própria imprensa. Os piolhentos não suportam que possa haver gente que não dependa da sua boa vontade.
Por Reinaldo Azevedo

Terceiro mandato de Lula é golpe

Um Congresso Revisor da Constituinte Independente, com a finalidade exclusiva de fazer a reforma política para neutralizar a tentativa de golpe. Como nossos representantes não fazem, cabe ao soberano, o povo, fazer. Os parlamentares precisam entender que há a necessidade de manter o diálogo com o povo, senão se fortalece a proposta de extinção do Parlamento. A democracia exige um Parlamento forte, um Poder Judiciário forte, para que o Executivo não fique tentado a se tornar policial.  Leia na íntegra

Postado por MiguelGCF no INFO- IMPUNIDADE 

Maçonaria solta o bode na Sala da Justiça e no Quartel

 

Isto precisa ser difundido.

O bode é de simples solução. Os assuntos referentes à segurança nacional são sigilosos e recebem a classificação de ultra secreto ou secreto e assim sua difusão é restrita. O comandante supremo recebe diariamente uma resenha sobre este e todos os demais assuntos nacionais e internacionais. Como ele e seus "cumpanheros" "acham" que não tem nenhum compromisso com os seus deveres constitucionais, o desavergonhado desgovernante diz que "não sabe de nada", o que, à evidencia, não ilide a autoria do continuado crime omissivo.  Leia na integra


24.10.07

SELVA! - Caçadores, prontos a defender a Amazônia brasileira

As missões religiosas estrangeiras que servem de apoio a expedições cientificas, inicialmente aprendem o idioma e a cultura indigena e depois o "aculturam" ensinando o seu idioma e o portugues. Em 70 era comum encontrar aeronaves de pequeno porte de prefixo iniciados pela letra W (USA) em pista de pouso clandestinas. Desde 84 o governo possui a informação de que o Bush pai declarou: "depois do Iran a Amazonia é o proximo alvo". Portanto, como o filho segue os passos do pai, o cenário e os fatos indicam que o desgoverno atual se omite criminosamente de seu dever constitucional de zelar pelos objetivos nacionais permanentes, que são: Democracia, Soberania, Paz Social, Progresso, Integração Nacional e Integridade do Patrimônio Nacional. Para tanto usa o MST, os ambientalistas, os quilombolas e outros de igual especie, bem como praticas demagogicas pseudo assistencialistas.