Coluna do Cláudio Humberto (03/12/2007)
FHC queria ser militar, como o pai, avô, bisavô etc.
Desgosto
Mas que adora uma medalhinha e uma condecoraçãozinha, adora...
Postado por MiguelGermanoCF
Editor do Impunidade Vergonha Nacional
"... pouco importa se exista ou possa existir tal Cidade, basta que cada um VIVA SEGUNDO AS LEIS dessa CIDADE, isto é segundo as leis do BEM, da JUSTIÇA" (Platão - A Republica - Livro IX) “É a inteligência que vê, é a inteligência que ouve, e tudo o mais é surdo e cego” - Epicarmo
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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade
Postado por MiguelGermanoCF
Editor do Impunidade Vergonha Nacional
Ocupação territorial
Exército prepara a instalação de mais sete unidades militares na Amazônia, que receberá tropas do Sul e Sudeste. O investimento de R$ 150 milhões faz parte da estratégia de reforçar presença nas fronteiras
Leonel Rocha
Enviado especial
São Gabriel da Cachoeira (AM) — O Plano Estratégico de Reestruturação do Exército, programado para ser implantado nos próximos cinco anos, prevê a instalação de sete novas importantes unidades militares na Região Norte, com prioridade para a zona de fronteira. Duas delas já estão em construção: a 2ª Brigada de Infantaria de Selva de São Gabriel da Cachoeira e o 3º Batalhão de Infantaria de Selva de Barcelos, ambos no estado do Amazonas. Até 2012, o governo federal promete investir cerca de R$ 150 milhões para deixar toda a estrutura pronta e treinar cerca de 5 mil homens recrutados na região.
Além das duas brigadas que serão concluídas no final de 2008, a Força pretende implantar mais dois pelotões em São Gabriel da Cachoeira, um de Polícia do Exército (PE) e outro de comunicação de selva. Uma terceira unidade, de base logística, também está nos planos do Exército para ser instalada na mesma cidade. O Comando do Exército ainda está decidindo onde vai construir o 56º Batalhão de Infantaria de Selva, programado para a cidade de Santa Isabel do Rio Negro, e o 4º Batalhão de Engenharia de Selva, cotado para Manaus (veja mapa).
O reforço da tropa na Região Norte faz parte da estratégia dos militares de transferir para a Amazônia importantes unidades hoje localizadas no Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e outras do Nordeste. Os comandantes também estão preocupados com o vazio demográfico nas regiões mais remotas da Amazônia, facilitando a atuação de traficantes internacionais de cocaína que utilizam os rios e a floresta para transporte e depósitos da droga, principalmente nas fronteiras da Bolívia e Colômbia.
Para os próximos anos, o planejamento do Programa Calha Norte prevê a implantação de quatro novas unidades militares: Tiriós (AP), Uiramutã (RR), Tunuí(AM) e em Santa Rosa do Purus (AC). O programa é considerado prioridade para o governo e ganhou status de departamento no Ministério da Defesa.
Acesso
O comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno Pereira, defende a estratégia de dotar as atuais unidades militares de tecnologia de informação de ponta, com investimentos em antenas de comunicação. Tudo mantido por energia solar. Os pelotões de fronteira são isolados e, na maioria deles, só é possível chegar em pequenos aviões ou navegando pelos rios. As pistas de pouso estão esburacadas e não foram projetadas para receber os aviões de caça. Em algumas delas nem mesmos os aviões Tucanos, usados pela Força Aérea Brasileira (FAB) nas patrulhas das fronteiras, podem descer.
Para o próximo ano, o Exército vai colocar 28 mil homens na Amazônia. “Não precisamos de mais homens nas unidades militares da Região Norte e sim de tecnologia para melhorar o conforto dos soldados na fronteira e a rápida comunicação dos pelotões com os comandos nas cidades maiores”, argumenta o general Heleno. O pelotão instalado na Serra das Surucucus, a 40km da Venezuela, precisa ser reformado e melhorar suas instalações de comunicação e para o conforto das famílias dos militares que passam dois anos servindo na área onde vivem os índios ianomamis.
O comandante lembra que o Brasil tem excelentes relações com todos os vizinhos da América Latina. Mas ressalta que há problemas em potencial. Citou as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a disputa por áreas entre Equador e Peru, a reivindicação da Bolívia de conseguir uma saída para o mar e a disputa da Venezuela com a Guiana pela região do Essequivo. “Hoje estamos em paz. Mas com o grande potencial energético e a água doce que tem na Amazônia, não sabemos como será o clima entre os países da região em 10 ou 20 anos”, pondera o comandante.
O repórter viajou a convite do ministério da defesa
General Augusto Heleno Pereira, comandante militar da Amazônia
O número
Tropas
28 MIL soldados serão deslocados para a Amazônia em 2008, segundo o Exército
Problemas em Roraima
Eduardo Knapp/Folha Imagem - 25/4/05
A 1ª Brigada de Infantaria de Selva, com sede em Boa Vista, em Roraima, está preparada para atuar como força de pacificação no conflito esperado entre índios das etnias Macuxi, Yanomami, Ingarikó e Taurepang e a população de não indígenas que vive na reserva Raposa Serra do Sol. Antes da demarcação da área indígena, cresceram nos últimos anos as cidades de Paracaima, Normandia e Uiramutã, no nordeste do estado. Com a homologação das terras, os líderes indígenas passaram a exigir a desocupação completa das roças e fazendas administradas por cinco famílias de grandes produtores de arroz, além de outros agricultores e comerciantes não-índios.
Na cidade de Uiramutã, por exemplo, os índios ingaricós instalaram suas malocas na pista de pouso utilizada pelos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para levar mantimentos aos pelotões de fronteira. A FAB passou a utilizar uma avenida da cidade para pouso. Mas as operações foram suspensas por falta de segurança. O Exército já identificou a Vila Surumu, em Pacaraima, como o principal foco de conflito entre índios e não índios. Há três meses a Polícia Federal tenta desocupar a área, mas não conseguiu retirar os não índios.
O comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno Pereira, avisa que só vai autorizar a participação do Exército na operação de desocupação da área se for informado qual o plano para a evacuação da área elaborado pelo Ministério da Justiça, a ser executado pela Polícia Federal. Uma nova operação da PF para a desocupação das terras indígenas está prevista para breve. Na região há grande concentração de ouro e diamantes. (LR)
Postado por MiguelGCF >Visite> Impunidade > Vergonha Nacional
(Texto sobre o Livro "O Jardim das Aflições")
A metalinguagem do colonialismo
Deslumbrados com o conceito de "Império" que acabam de importar dos Estados Unidos, intelectuais brasileiros desconhecem – ou fingem desconhecer – que o filósofo Olavo de Carvalho já o criara no Brasil há cinco anos.
por José Maria e Silva
silvajm@uol.
Opção (Goiânia), 1° de outubro de 2000
Como os índios e escravos do período colonial, que por força da sobrevivência batizavam seus deuses com nomes de santos, os intelectuais brasileiros rendem-se ao imperialismo com um despudor de espantar. Só são capazes de aceitar o Brasil quando descobrem um modo de pronunciá-lo em inglês, como faz o antropólogo Hermano Viana, arremedo de Mário de Andrade. Entre os incontáveis exemplos dessa conduta servil da elite pensante brasileira, o mais recente encontra-se no caderno Mais! do jornal Folha de S. Paulo, que, na edição de domingo passado, 24 de setembro, apresentou como grande descoberta do século o conceito de "Império", proposto pelo italiano Antonio Negri e pelo norte-americano Michael Hardt, no livro Empire, que está sendo lançado nos Estados Unidos pela Universidade de Harvard. Só no próximo ano o livro será lançado no Brasil, pela Record, todavia, já está sendo festejado por intelectuais como André Singer, professor do departamento de ciência política da USP e autor do recém-lançado Esquerda e Direita no Eleitorado Brasileiro. Segundo ele, o aspecto "mais original" da obra de Negri e Hardt "está em perceber o quanto o modelo político norte-americano, inventado no século 18, quando as 13 colônias se fizeram independentes, é adequado ao sistema imperial, hegemônico a partir de 1991". O que significa que, para ele, o próprio conceito de "Império", que se propõe a substituir o de "Imperialismo", já é original.
André Singer parece não saber que essa suposta originalidade importada dos Estados Unidos já se encontrava aqui, autóctone, nas páginas candentes do livro O Jardim das Aflições, do filósofo Olavo de Carvalho, publicado em 1995 pela Editora Diadorim, com o subtítulo De Epicuro à Ressurreição de César: Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil. Nesse estudo magistral, que se estende por 20 séculos de civilização e permeia os mais variados ramos do conhecimento (inclusive o estudo de religião comparada, verdadeiro deserto no pensamento brasileiro), Olavo de Carvalho critica o descaso com que a teoria política trata o "fenômeno Império" e sustenta que "a história política do Ocidente pode ser, sem erro, facilmente resumida como a história das lutas pelo direito de sucessão do Império Romano". Sem advogar para o seu ensaio o estatuto de uma "teoria", já que é um crítico do sentido imanentista da história, Olavo de Carvalho procura mostrar que o Império no Ocidente é uma realidade - e realidade "contínua", com ligeiro interregno entre a queda de Roma e o reinado de Carlos Magno; "problemática", porque não apresenta a unidade estável e o crescimento orgânico de Roma; "decisiva", uma vez que se serve indistintamente de todas as demais doutrinas; e "atual", especialmente depois que a União Soviética sucumbiu ante os Estados Unidos e uma nova Roma ressurge no mundo. Em suma, cinco anos antes dos dois autores estrangeiros, o filósofo brasileiro já mostrava que o Ocidente se move para realizar sua sina de Império.
Sequer a idéia de que os Estados Unidos encarnam o "Império" - considerada por Singer a contribuição "mais original" de Negri e Hardt - deveria ser uma novidade para o país de Olavo de Carvalho. Num estilo primoroso, em que as imagens faíscam como fogos e os sons jorram como cascata, tirando o fôlego do leitor de bom gosto, o filósofo paulista já observava que os Estados Unidos vão "unificando e homogeneizando a humanidade, impondo por toda parte suas leis, seus costumes, seus valores, sua língua, e, administrando sabiamente as diferenças nacionais, é elevado à condição de supremo magistrado do universo". O Império, segundo Olavo de Carvalho, é "destituído de convicções teóricas", apoiando, indiferentemente, a revolução ou a reação, a escravatura ou a abolição, o moralismo puritano ou a rebelião sexual, o domínio colonial ou as reivindicações de independência nacional" - o que lhe importa é assegurar a "marcha ascendente da Revolução Americana" sobre o mundo. Depois de várias tentativas frustradas de restauração do Império Romano por parte de potências européias, César ressuscitou do outro lado do Atlântico. Os Estados Unidos - afirma Olavo de Carvalho - são uma "República imperial, capitalista, maçônica e protestante".
O Conto da Carochinha - Irônico é que exatamente Olavo de Carvalho - tido como sequaz da extrema-direita pela gente da USP - seja muito mais crítico
Mas o que leva dois comunistas a tecerem loas aos Estados Unidos e de um modo aparentemente tão entusiasta que o fazem a quatro mãos? Essa questão já está antecipadamente respondida por Olavo de Carvalho no mesmo livro. Estimulado pelo poeta Bruno Tolentino, que lhe escreveu o prefácio da obra, O Jardim das Aflições nasceu de uma necessidade imperativa - encontrar a razão de uma conferência do filósofo Motta Pessanha parecer-se com uma palestra do neurolingüista Lair Ribeiro. Mas o que poderia ser apenas uma provocação sem maior importância revela-se um empreendimento intelectual de inaudita coragem, que devassa as entranhas do Ocidente desde a Antigüidade Clássica à pós-modernidade contemporânea, num vasto painel de erudição vestida de clareza e argúcia despida de malícia, embaladas, ambas, pela sinfonia de um estilo épico, capaz de abalar chavões da história, sofrear devaneios da filosofia e, sobretudo, fixar a verdade em sua única morada possível - na consciência que introjeta o mundo para melhor exprimi-lo. Se a esquerda brasileira perdoasse o polemista corrosivo do Imbecil Coletivo e buscasse o filósofo sincero do Jardim das Aflições, sem dúvida encontraria
Convencido de que o filósofo José Américo Motta Pessanha- em sua conferência sobre ética no Masp e na direção da série Os Pensadores da Editora Abril - "não havia procurado mostrar o passado, mas moldar o futuro", apresentando a filosofia como uma contínua "tradição materialista", de Epicuro a Marx, intercalada por recaídas transcendentes, Olavo de Carvalho se propôs a demonstrar o contrário: "A tradição materialista, se existe, não se constitui de outra coisa senão do amálgama fortuito de negações antepostas, por diferentes indivíduos e por um número indefinido de motivos, a toda e qualquer afirmação do espírito. Ela está, para a densidade contínua da linhagem espiritualista, como os buracos estão para o queijo suíço". Escrevendo numa dialética em espiral, em que as antíteses ascendem
Conspiração do Silêncio - É tarefa impossível sintetizar O Jardim das Aflições em míseras páginas de jornal, sem ofuscar a cintilância de seu estilo, a profundidade de suas análises e, sobretudo, a originalidade de suas idéias. Filósofo e escritor, Olavo de Carvalho é melhor compreendido quando desfrutado - sua obra, como a melhor arte, é um amálgama de conteúdo e forma. Mesmo quando se discorda dele, - e é possível discordar de muita coisa do que escreve, - não se pode negar que sua obra viverá por si, porque vivifica quem a lê. Ao contrário de quase tudo o que se produz no pensamento brasileiro, ela não é transplante de idéias nem dissimulação doutrinária: Olavo de Carvalho ousa refletir com a própria cabeça e busca a adesão do leitor com argumentos. Daí o silêncio circundante em relação a tudo o que escreve - combater os possíveis senões pontuais de seu pensamento exigiria a admissão de que ele corrói pela base quase tudo o que se ensina nas escolas brasileiras. É o que faz, por exemplo, no livro O Jardim das Aflições. Afirmando que seu propósito "não é mudar o rumo da História, mas atestar que nem todos estavam dormindo enquanto a História mudava de rumo", o filósofo começa demostrando o absurdo de se apresentar uma história da ética que elege Epicuro
Olavo de Carvalho desmonta o Epicuro de José Américo Motta Pessanha, mostrando a inconsistência do epicurismo, mas sustenta que a espécie de ilusionismo filosófico proposta pelo filósofo do jardim sempre ressurge em momentos de crise, como uma fuga ante a realidade adversa. E pinta Motta Pessanha, cassado das cátedras sob a ditadura militar e exilado na Editora Abril onde formulou Os Pensadores, como um retrato dessa fuga, consubstanciada no auditório do Masp em maio de 90, quando uma platéia desiludida com a recente derrota de Lula e ainda oprimida pelo sucesso de Collor rendeu-se à "moral evasionista" do epicurismo, que assustava o próprio Marx, apreciador de Epicuro pela sua "crítica da religião oficial grega e sua mistura -dialética- de teoria e prática". Mas como conciliar duas acusações diferentes contra o mesmo Motta Pessanha: a evasão epícurea do mundo com a transformação marxista da realidade? - perguntaria o leitor a Olavo de Carvalho. Mas não perguntará, porque é o próprio Olavo de Carvalho quem faz essa indagação a si mesmo, dialeticamente, para melhor respondê-la no Livro III do Jardim das Aflições, intitulado "Marx" (os dois primeiros são, respectivamente, "Pessanha" e "Epicuro, e os dois últimos, "Os Braços e a Cruz" e "Cæsar Redivivus"). Depois de provar que a filosofia de Epicuro é o ancestral da programação neurolingüística de Lair Ribeiro e do "materialismo espiritual" de Marx, Olavo de Carvalho explica a "invulnerabilidade do marxista convicto à argumentação racional".
Esse argumento é um capítulo à parte, em que Olavo de Carvalho demonstra a tragédia axiológica e o rombo epistemológico que a 11» tese de Marx contra Feuerbach provoca no homem moderno. Ao criticar a filosofia por limitar-se a interpretar o mundo, convidando os filósofos a transformá-lo, Marx, como demonstra Olavo de Carvalho, incorre numa das censuras morais que dirigiu ao capitalismo - sendo "teoria da ação e não do objeto", a práxis marxista nega a existência ontológica de gentes e coisas para vislumbrá-las apenas como matéria-prima da revolução. Se no capitalismo o homem ainda é uma "mercadoria", capaz de resistência ao menos por seu valor de troca, no marxismo o homem se reduz ao barro antes do sopro - isto é, a um nada ontológico nas mãos do demiurgo revolucionário. Esse materialismo, observa o filósofo, só foi possível depois que Nicolau de Cusa divinizou o espaço e Giambattista Vico divinizou o tempo, possibilitando ao homem abdicar de Deus para adorar, respectivamente, a geometria e a história. E ante a empáfia do intelectual moderno, capaz de sustentar a morte de Deus em meio a um oceano de crenças, Olavo de Carvalho esgrime uma argúcia afiada na ironia e compara esses desamparados filhos de Nietzsche com os iorubas e os bantos da África, vendo em sua rendição ao materialismo o mesmo culto tribal à natureza (deuses do espaço) e em sua louvação à história o mesmo culto aos antepassados (deuses do tempo).
Os Sacerdotes do Império - A originalidade de Olavo de Carvalho, como filósofo deste fim de século, não está apenas em refletir sobre o Ocidente a partir do conceito de "Império", mas também em resgatar a importância de Deus como sujeito da história, demonstrando que a libertação da consciência pessoal, iniciada pela filosofia grega, só foi consumada no cristianismo, herdeiro da cultura judaica, talvez a primeira a escrever a história humana como a história da salvação da alma. Espécie de filosofia grega com apelo de massas, o cristianismo libertou a humanidade do mais despótico dos jugos - aquele do Rei que se acredita Deus e faz do Estado uma religião. Dando a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, o cristianismo conferiu ao homem um destino pessoal transcendente, relativizando o poder temporal do Estado, daí o martírio maciço dos primeiros cristãos, por incomodarem os poderes estabelecidos. Olavo de Carvalho demonstra que todas as religiões anteriores ao cristianismo encarnavam uma cosmovisão religiosa numa estrutura social determinada, não admitindo "qualquer possibilidade de uma verdade exterior à crença coletiva". Contrariando o materialismo dos livros de história, ele sustenta que foi o cristianismo, encerrando a era do Estado sacerdotal, que possibilitou o verdadeiro nascimento do homem, como um ser autônomo e solitário.
Por isso, a Idade Média e a Escolástica saem do livro redimidas. Olavo de Carvalho demonstra que o homem moderno é quem intenta reconduzir o Estado para o trono de Deus, proposta que Comte deixou explícita
Postado por MiguelGCF >Visite> Impunidade > Vergonha Nacional
COMENTARIO: Realmente, apenas os apaticos e os crentes que se despojaram da lucidez ainda não viram a que veio dom lula da silva, o cinico, pois na vespera da data da Proclamação da República a televisão mostrou da silva tirar a mascara democrática pois, subestimando novamente a inteligência do povo brasileiro, afirmou que o caudilho boliviarista chaves é um democrata. Ouseja à pêlo em seu caudilhismo, da silva "não sabe", apesar de haverconcorrido a vários pleitos, que as instituições políticas são o meiopelo qual um Estado se organiza de maneira a exercer o seu poder sobre a sociedade, as quais têm por objetivo regular a disputa pelo poder político e o seu respectivo exercício, inclusive o relacionamento entre aqueles que detêm o poder político (autoridade) e os demais membros da sociedade (administrados).Ao"confundir" a forma de governo adotada por um Estado com a forma desseEstado e com o seu sistema de governo da silva subestima a inteligênciados brasileiros e deixa cair a mascara, basta visitarmos a pagina daPresidencia da Republica clicando no link: http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr812a.doc para se constatar a que veio eis que disse em 2005" E eu queria começar com uma visão que eu tenho do Foro de São Paulo.Eu que, junto com alguns companheiros e companheiras aqui, fundei estainstância de participação democrática da esquerda da América Latina,precisei chegar à Presidência da República para descobrir o quanto foiimportante termos criado o Foro de São Paulo. E digo isso porque, nesses 30 meses de governo, emfunção da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Auréliotem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidaçãodaquilo que começamos em 1990, quando éramos poucos, desacreditados efalávamos muito." Leia na integra
FOTOS NO COMPLEXO DO ALEMÃO
Postado por MiguelGCF >Visite> Impunidade > Vergonha Nacional
Dia da Bandeira do Brasil, símbolo representativo de um Estado soberano. Levanta Brasil!
Cidadania - Soberania - Moralidade
Postado por MiguelGCF >Visite> Impunidade > Vergonha Nacional>MiguelGCF >Visite> Impunidade > Vergonha Nacional>
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Postado por MiguelGCF > Impunidade > Vergonha Nacional
RIO DE JANEIRO, RJ
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> Onde estão os personagens da guerrilha
> Plano do Foro de São Paulo para destruir as Forças Armadas
> As atas do Foro de São Paulo
> vote consciENTE! CONSULTE a relação dos CANDIDATOS IMPUNES e o site do Globo sobre as eleições municipais > o VOTO BRANCO não anula o voto pois é somado aos votos do candidato mais votado!
ANTÍDOTO CONTRA ENVENENAMENTO DO SEU CÃO (OU GATO)
Quando houver suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol (uma colher de sopa) que, em contato com o estomago, vira água morna salgada e faz o animal vomitar.
Em seguida, dar ATROVERAN (1 gota por kg de peso de 6 em 6 horas), é o melhor antídoto para venenos do tipo 1080 e chumbinho.
As manifestações ordeiras de repudio aos que estão traindo o compromisso constitucional assumido são legitimas. Todos devem ser informados do descalabro reinante e incentivados a tomar a atitude própria seja vaiando, seja denunciando através da mídia formal ou informal ou de manifestações publicas a inaceitável impunidade e anarquia reinantes para que os vendilhões da Pátria não continuem a fugir à responsabilidade alegando que não sabem de nada ou culpando seus subordinados por seus desatinos. Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à IMPUNIDADE não respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeito e NO MÍNIMO deve ser sempre apupado. Como aos vendilhões não interessa nenhuma mudança estas devem partir da população para fechar as fontes de recursos da corrupção. A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!
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"Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la. "Gen R. Octávio
"Iustitia est constans et perpetua voluntas ius suum cuique tribuendi. Iuris praecepta haec sunt: honeste vivere, alterum non laedere, suum cuique tribuere".
(A Justiça consiste na constante e perpétua vontade de atribuir a cada um o que lhe pertence. As regras do Direito são: viver honestamente, não molestar os demais e dar a cada um o que lhe é devido).
(Ulpiano, Roma Antiga, Séc. II, Jurista)
Urna não é tribunal de ética e nem tribunal de justiça, logo não absolve ninguém. Collor foi defenestrado e Nixon teve de renunciar ao segundo mandato por causa de uma besteira feita no primeiro. Ambos foram condenados moralmente em razão de conduta aética da mesma forma que lulla vaiado da silva. Todos foram eleitos pelo povo, os dois primeiros foram depostos pelas instituições, FALTA APENAS O TERCEIRO sob pena de destruiçao das instituições democraticas, eis que é assim que funcionam os estados democráticos de direito. Se os governistas fingem não saber , efetivamente querem DESTRUIR e levar a nação ao CAOS, pois transformaram-no, sem que ninguem fosse informado, em estado TOTALITÁRIO.
Vendilhões incompetentes e cínicos não podem banalizar as instituições e levar a nação ao caos. Ser eleito não dá a NINGUEM o direito de esbulhar a lei e a moral. E uma vergonha nacional a cizânia pregada pelos neo-iluministas-petistas totalitários “Pode-se enganar a muitos por algum tempo; Pode-se mesmo enganar alguns por muito tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” Abraham Lincoln